quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Verdadeira Amiga




Quantas estradas caminhei até te achar?
Por quê sempre precisei do teu calor?
Por quantas vidas procurei o teu olhar?
Em tantos olhos, só nos teus achei Amor.

Irmã querida, partilhando segredos,
Fiel em todos os momentos, de alegria ou de dor
Amparo para minhas tristezas e medos
Companheira para ir aonde eu for.

Queria te dar mais que versos
Queria te dar um futuro mais lindo
Te poupar da vida, os reversos
Pra sempre te ver só sorrindo.

Amiga de todas as horas
Cúmplice dos meus atos e artes
És luz na minha estrada afora,
Universo do qual faço parte.

Se precisar ouvirei o teu SIM?
Contigo sempre contarei
Preciso dos seus conselhos de amor sem fim
Pra reencontrar em ti o que sempre amei:

Tua amizade.

(em meio à tormenta do ano 2000, custo a acreditar que fui eu que fiz)



Um comentário:

Edson Lopes disse...

Belíssimo poema! Parabéns!